55 11 5571.2525
OK

  • Home > 
  • Escolha o seu Roteiro > 
  • Ásia e Extremo Oriente > 
  • Tibet > 
  • Pacotes de viagens para Tibet com especialistas > 

Pacotes de viagens para Tibet com especialistas

Conheça Lhasa, Gyangtse, Shigatse e o Monte Everest.

onde fica


Visualizar Cia Eco - Viagens de Experiência em um mapa maior

Saídas regulares

Tibet - 7 dias

Lhasa, Tsedang, Gyantse, Shigatse, Beijing
Saídas diárias
 
Consulte valores com nossa equipe

Tibet e Monte Everest - 10 dias

Lhasa, Gyantse, Shigatse, New Tingri
Saídas em datas específicas
 
Consulte valores com nossa equipe
 
Consulte valores com nossa equipe

Extensão Tibet a partir da Índia - 6 dias

Thimpu, Punakha e Paro
Saídas em datas específicas até setembro de 2017
Valor a partir de
US$ 3.261,00 parte terrestre
Validade: setembro de 2017

Destinos conjugados

Nepal e Tibet - 12 dias

Kathmandu, Patan, Bhaktapur, Lhasa, Gyangtse, Shigatse, Shigatse, Shegar
Saídas diárias até outubro de 2017
Valor a partir de
US$ 3.650,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2017

China e Tibet - 15 dias

Pequim, Xian, Lhasa, Tsedang, Gyantse, Shigatse e Xangai
Saídas as segundas e quintas até outubro de 2017
Valor a partir de
US$ 4.748,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2017

China e Tibet - Trem das Nuvens - 11 dias

Pequim, Xining, Lhasa e Shanghai
Saídas as seg, ter e quin até novembro de 2017
Pagamento em 10x
Valor a partir de
US$ 3.510,00 parte terrestre
Validade: novembro de 2017

China e Tibet - Trem das Nuvens - 16 dias

Beijing, Xian, Xining, Lhasa, Shanghai
Saídas em datas especificas até outubro de 2017
Guia em espanhol
Valor a partir de
US$ 4.876,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2017

China e Tibet - 18 dias

Beijing, Xian, Lhasa, Tsedang, Gyantse, Shigatse, Shanghai
Saídas as terçcas e sábados até outubro de 2017
Valor a partir de
US$ 4.795,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2017

Cruzeiros e expedições fluviais

China e Tibet - Uniworld River Boutique Cruises - 14 dias

Pequim, Xian, Lhasa, Shibaozhai, Rio Yangtzém Yichang, Xangai
Saídas em datas específicas
 
Consulte valores com nossa equipe

Viagem em grupo

Tibet e Butão - 19 dias

Lhasa, Gyantse, Shygatse, Xegar, Rongbuk (com Everest Base Camp), Kyrong, Kathmandu, Paro, Thimphu, Punakha, Bumthang
 
Consulte valores com nossa equipe

China e Tibet - 15 dias

Kunming, Dali, Lijiang, Shangri-la, Tsetang, Lhasa, Shigatse
Saída especial: 16/10/17
Valor a partir de
US$ 9.958,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2017
*Os preços nessa página – a partir de – estão listados em reais, dólares americanos ou euros (conforme especificação).
A taxa sobre transações/remessas internacionais (IRRF) não está inclusa no valor dos pacotes.
A tabela completa com todos os valores, de acordo com o período da viagem, encontra-se disponível em cada roteiro. Clique no título para visualizar todas as informações.
Os preços estão sujeitos à alterações sem aviso prévio. Consulte tarifas especiais para os feriados e datas comemorativas.


Principais Atrações

Lhasa: a capital tibetana fica a 4.000 metros de altitude e foi a mais afetada pela ocupação chinesa, que desfigurou seu cenário original. Apesar disso, Lhasa ainda guarda riquezas impressionantes. Uma delas é o Palácio Potala, o símbolo máximo do reino budista e uma prova de resistência cultural. Construído em 1694 para servir de residência oficial do Dalai Lama, está localizado no ponto mais alto da cidade, no topo da colina Marpe Ri. Entre algumas das maravilhas guardadas pelo palácio, estão as tangkas, pinturas de divindades. Durante o verão, os Dalai Lamas eram conduzidos com uma grande festa para o palácio Norbulinka, dono de magníficos jardins. Os tibetanos vivem no bairro de Barkhor, onde tentam manter suas tradições. Lá está localizado o Templo Jokhang, o mais sagrado do Tibet. Lhasa, a terra dos deuses, ainda consegue manter verdadeiras relíquias como uma biblioteca com 90 mil livros, no Monastério de Sakya, construído em 1073. Visite em Lhasa e nas proximidades:

Palácio Norbulinka: em tibetano, “Norbu Linka” significa bonitos jardins. Este jardim cobre uma área de 36 hectares e é o lugar onde o Dalai Lama passa suas férias anuais. Ao redor do palácio, existem portas. A porta frontal está voltada para o leste. Entrando por essa porta, pode-se ver a principal construção: “Xiabudianlakang”. No centro do jardim, está a construção mais atrativa, um palco onde se encena para entreter o Dalai Lama.

Palácio Potala: construído 130 metros acima do vale de Lhasa, o Palácio Potala se eleva a 170 metros e é a maior estrutura monumental do Tibet. O seu interior chega a ter 130.000 metros quadrados. Acumulando inúmeras funções, foi o lar do Dalai Lama e de sua corte. Além disso, foi a cadeira do governo tibetano, onde todas as ceremônias de estado aconteciam. Abrigou uma escola para treinamento religioso de monges e administradores. Foi também um dos maiores destinos tibetanos de peregrinação em razão das tumbas dos Dalai Lamas estarem lá. Dentro do Palácio Branco, ficam duas pequenas capelas, a Phakpa Lhakhang e a Chogyal Drubphuk, datando do século dezessete – são as duas estruturas mais antigas da colina e também as mais sagradas.

Monastério de Drepung: situado no pé da Montanha Gambo Utse, 5 Km do subúrbio oeste de Lhasa, esse monastério é conhecido como o mais importante monastério de Gelugpa no budismo tibetano. É considerado um dos três grandes monastérios (os outros são o Ganden e o Sera). Cobre uma área de 250.000 m², onde 7.700 monges viviam e possuíam 141 fazendas e 540 pastos. Visto de longe, o branco da construção dá ao monastério a aparência de um monte de arroz e o seu nome Drepung, em tibetano, quer dizer “arroz colhido”.

Monastério Jokhang: o mais antigo templo budista do Tibet, considerado a Catedral do Budismo, que está situado no centro de Lhasa e foi construído em 647 d.C. Guarda a mais preciosa réplica em ouro do Buda Shykamuni, presente do Príncipe Wen Cheng. Já sofreu dois sérios desastres. Um por causa da campanha pela proibição do budismo promovida pelos nobres do século 7, crentes na religião Bon; o outro, por uma outra campanha de proibição, promovida por Langdama, no século 9 – tornou-se um lugar de carnificina. Por duas vezes teve a estátua do Buda enterrada.

Gyangtse: a terceira maior cidade do Tibet se eleva rumo aos céus e exibe seu forte no alto de uma colina, o Dzong Gyangtse.  Também localizada acima dos 4.000 metros,  a cidade tem produzido tapetes há mais de seiscentos anos e sua qualidade é comparada com a dos persas e turcos. Na região, podem ser visitados templos e locais de paisagens maravilhosas como a do lago Yamdroktso, a 4.441 metros de altitude, um espelho de águas azul turquesa. Visite em Gyangtse:

Stupa Kumbum: finalizado por volta de 1.427, a stupa tem 35 metros de altura e é octagonal na forma, com 9 construções circundantes no exterior, 75 capelas, 108 portões e pinturas de parede de tirar o fôlego. Kumbum é um dos lugares sagrados mais excepcionais do Tibet. A stupa forma uma mandala gigante e os murais – alguns datando do século 15 e intactos – cobrem o caminho espiritual, incluindo os tantras.

Shigatse: significa "terra fértil" e não é à toa: foi construída na confluência de dois importantes rios tibetanos. É a segunda maior cidade do país, mas detém o posto de capital cultural, econômica e política, depois da ocupação chinesa. Após 1950, a cidade sofreu uma rápida modernização com a contrução de estradas nacionais passando ao seu largo, como a que liga a China com o Nepal. Está na rota dos lagos sagrados do Tibet, 300 Km distante do Monte Everest. Visite em Shigatse:

Monastério Tashilhunpo: é um dos seis grandes monastérios de Gelugpa no Tibet. Também chamado Monte de Glória, o monastério é localizado no pé de Drolmari (Montanha Tara), em Shigatse. Fundado pelo primeiro Dalai Lama em 1447, a estrutura do monastério foi expandida pelo quarto dalai, o Panchen Lamas. O monastério cobre uma área de aproximadamente 300.000 m². As principais estruturas que podem ser visitadas são a Capela Maitreya, o Palácio de Panchen Lamas e o Templo Kelsang.

Monastério de Sakya: este é um monastério fica 10 Km a sudoeste de Shigatse. Sakya quer dizer "terra cinza" em tibetano, o monastério central da seita Sakyapa do budismo tibetano. Suas paredes foram pintadas em tiras de vermelho, branco e cinza, o que representa Manjushri, Avalokiteshvara e Vajrapani respectivamente. Possui uma colossal coleção de peças de arte de altissimo valor e é considerado o segundo Dunhuang. O rio Drum divide o monastério em partes sul e norte.

Monte Everest: o Everest é a montanha mais alta do mundo. Está localizado na cordilheira do Himalaia, entre o Nepal e o Tibet (China). Em nepalês, o pico é chamado de Sagarmatha (rosto do céu) e em tibetano Chomolangma (mãe do universo). O Everest foi batizado com esse nome inglês por Sir Andrew Waugh, o governador-geral da Índia colonial britânica, em homenagem ao topógrafo geral da Índia na época, Sir George Everest. A última medição oficial é de uma equipe chinesa, que, entre março e junho de 2005, verificou, através de um novo método (ondas de rádio) que o pico tem uma margem de erro de 21 centímetros e que a altitude oficial é de 8844,43 metros.

Estrada da Amizade (Friendship Highway): uma das melhores aventuras é viajar pela Estrada da Amizade, que liga Lhasa a Katmandu, ladeada por enormes geleiras que muitas vezes bloqueiam a pista e não permite que se desenvolva altas velocidades, vantagem para uma observação da fantástica paisagem. Em Kampa-la (4974 m), nessa mesma estrada, fica a melhor visão do Lago Yamdrock, azul turquesa. Do passo de La Lung-La, a magnífica visão é a do Himalaia. A estrada passa por algumas cidades como Shigatse e Gyantse, e pelo Monastério de Sakya.

Dicas

Chá Tibetano: o chá tibetano é feito com manteiga de iaque, sal e chá preto.
 
Comida Típica: a comida típica do Tibet é o tsampa, feito de cevada moída misturada com manteiga de iaque.

Jornalismo: se você for jornalista, minta sobre sua profissão. Os chineses não costumam ser muito cordiais com esses profissionais.

O Iaque: o iaque é um boi selvagem de pêlo escuro, típico da região. Dele se faz uma manteiga usada na comida e nos chás.

Rodas de Oração: na parte externa de alguns templos, encontram-se as rodas de oração. Elas contêm mantras e são movidas pelos fiéis para manter o universo em harmonia.

Território Chinês: desde 1950, o Tibet faz parte do território da China. Durante muitos anos o governo chinês foi rigorosíssimo quanto a entrada de estrangeiros no Tibet.

Vacina: é obrigatório apresentar o comprovante internacional de vacina contra febre amarela. Além disso, recomenda-se tomar também as vacinas contra Hepatite A (em duas doses, sendo que ao tomar a primeira, a pessoa já estará imune), disponível em clínicas particulares; e contra tétano e febre tifóide, disponíveis nos Hospitais Emílio Ribas, Hospital das Clínicas e Ambulatório de Medicina do Viajante da Vila Clementino. É importante informar que as vacinas devem ser tomadas com antecedência - no caso de febre amarela, até 10 dias antes da viagem - para não ser surpreendido com a falta de alguma delas na ocasião da procura nos hospitais.

- Hospital Emílio Ribas: Av. Dr. Arnaldo, 165. Atendimento de Seg. a Sex., das 12h30 às 15h. Agendar: 55 (11) 3896 1366.
- Hospital das Clínicas: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255. Atendimento de Seg. a Sex., das 07h30 às 15h.

Importante: Desde o dia 1º de junho de 2008, as vacinas contra febre amarela NÃO são mais aplicadas nos postos da Anvisa em Aeroportos e Portos do Estado de São Paulo. Nestes locais serão realizadas somente trancrições de certificados nacionais para internacionais. Para mais informações e esclarecimento de dúvidas,dirija-se ao posto de saúde mais próximo ou consulte o Ambulatório de Medicina do Viajante: 55 (11) 5084-5005, na Avenida Borges Lagoa, 770. É importante ligar para agendar uma visita.
Em São Paulo, o passageiro pode dirigir-se aos postos localizados nas Rodoviárias do Tietê (aberto diariamente, das 8h às 22h) e Barra Funda (aberto diariamente, das 8h às 20h).

Visto: é mais fácil conseguir a liberação do visto do governo chinês se a viagem for em grupo mínimo de 5 pessoas. O visto pode ser obtido na embaixada em Brasília - (61) 244.2005 - ou no consulado, em São Paulo - (11) 282.9877. Os documentos necessários são uma foto 3x4, formulário preenchido, passaporte e carta de apresentação da agência que vendeu as passagens.


Melhor Época

No Tibet, o principal fator climático do país é a altitude, que causa um frio intenso no país todo. As noites de inverno variam de -15 a -20°C, e, durante o dia, essa temperatura pode chegar a 0°C. No inverno, a visita é particularmente interessante, pois os moradores locais são vistos descendo das montanhas nevadas em peregrinação. Toda a área que compreende Lhasa, Tsetang e Shigatse fica transitável durante o inverno, mesmo com a grande quantidade de neve que cai. As chuvas são escassas durante o ano, porém, no período de julho a agosto, a umidade do ar aumenta.

No geral, a melhor época para viajar ao Tibet é de abril a outubro, sendo que a alta temporada é de maio a setembro. Julho e agosto são meses chuvosos e, nesse caso, os viajantes devem evitar a Sichuan-Tibet Highway e suas travessas entre Lhasa e Nvingchi e entre Lhasa e Ngari. Em alguns lugares podem ocorrer deslizamentos, impedindo a passagem de veículos. Já Lhasa, pode ser visitada o ano inteiro sem maiores problemas.

A radiação solar é muito forte no Tibet. A intensidade dos raios solares em Lhasa é tão grande que a cidade ganhou o apelido de Cidade Iluminada. A atmosfera em grandes altitudes não pode bloquear nem reter o calor e por isso ao longo do dia ou da noite a amplitude térmica é grande.

Cia Eco - Agência de Viagens e Turismo
Rua Sena Madureira, 515 - Vila Mariana
São Paulo/SP - CEP 04021-051
Fone: 55 11 5571.2525 | E-mail: comercial@ciaeco.tur.br
Cadastur: 26.010039.10.0001-7
Acesse nossas redes sociais
Empresa Associada

INTERNACIONAIS


África

África do Sul
Botsuana
Cabo Verde
Etiópia
Madagascar
Marrocos
Moçambique
Namíbia
Quênia
Tanzânia
Tunísia
Uganda e Ruanda
Zâmbia e Zimbábue

África do Norte e Oriente Médio

Egito
Irã
Israel
Jordânia
Líbano
Omã

América Central e Caribe

Anguilla - Caribe
Antígua e Barbuda - Caribe
Aruba - Caribe
Bahamas - Caribe
Barbados - Caribe
Bonaire - Caribe
Costa Rica
Cuba
Curaçao - Caribe
Guatemala
Ilhas Virgens Britânicas - Caribe
Jamaica
Panamá
Porto Rico
República Dominicana
Santa Lucia - Caribe
St Barths - Caribe
St Maarten - Caribe
Turks e Caicos - Caribe

América do Norte

Alasca
Califórnia
Canadá
Havaí
México
Parques Nacionais Americanos
Rota da Música

América do Sul

Amazônia Peruana
Bariloche e Villa La Angostura
Buenos Aires
Colômbia
Cordilheira Blanca
Cuzco e Machu Picchu
Deserto de Atacama e Altiplano
Galápagos
Ilha de Páscoa
Lago Titicaca, Arequipa e Colca
Lagos Andinos
Lima
Mendoza
Nazca, Ica e Paracas
Patagônia Argentina
Patagônia Chilena
Península Valdés
Pucón
Quito, Cuencas e Avenida dos Vulcões
Salar de Uyuni e Altiplano
Salta e Jujuy
San Martín de los Andes
Santiago do Chile
Ski na Argentina
Ski no Chile
Trujillo e Chiclayo
Uruguai
Ushuaia
Venezuela

Antártida

Antártida

Ásia e Extremo Oriente

Bali
Butão
Camboja
Cazaquistão
China
Índia
Indonésia
Japão
Laos
Malásia
Mongólia
Myanmar
Nepal
Rússia
Sri Lanka
Tailândia
Tibet
Uzbequistão
Vietnã

Europa

Alemanha
Armênia
Azerbaijão
Bélgica
Croácia
Escandinávia
Espanha
Finlandia
França
Geórgia
Grécia
Islândia
Itália
Leste Europeu
Portugal
Reino Unido
Suiça
Turquia

Ilhas do Índico

Ilha Mauritius
Ilhas Maldivas
Ilhas Seychelles

Oceania

Austrália
Nova Zelândia

Tahiti e Pacífico Sul

Ilhas Fiji
Tahiti e suas ilhas


NACIONAIS


Centro Oeste


Goiás

Chapada dos Veadeiros

Mato Grosso do Sul

Bonito
Pantanal Sul

Mato Grosso

Alta Floresta
Chapada dos Guimarães
Pantanal Norte
Serra do Roncador


Nordeste


Alagoas

Litoral Alagoano

Bahia

Abrolhos
Chapada Diamantina
Ilha de Boipeba
Itacaré
Morro de São Paulo
Península de Maraú
Praia do Forte
Trancoso e Ponta do Corumbau

Ceará

Jericoacoara
Litoral Cearense

Maranhão

Chapada das Mesas
Lençóis Maranhenses e Rota das Emoções
São Luis

Paraíba

Litoral Paraibano
Vale dos Dinossauros e Sertão da Paraíba

Pernambuco

Fernando de Noronha
Litoral Pernambucano

Piauí

Serra da Capivara

Rio Grande do Norte

Litoral Rio Grande do Norte

Norte

Acre

Acre

Amazonas

Amazônia

Pará

Alter do Chão
Belém
Ilha de Marajó

Roraima

Monte Roraima

Tocantins

Jalapão


Sudeste


Minas Gerais

Estrada Real
Serra da Canastra
Serra do Cipó e Inhotim

Rio de Janeiro

Litoral do Rio de Janeiro

São Paulo

Petar e Eldorado


Sul


Paraná

Foz do Iguaçu
Ilha do Mel e Morretes
Reserva Ecológica do Sebuí

Rio Grande do Sul

Aparados da Serra e Cânions do Sul
Travessia Cassino-Chui

Santa Catarina

Florianópolis e Costa das Esmeraldas
Urubici e Serra Catarinense