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Viajante Cia Eco

Paulo Henrique e Ana Lúcia Nossa viagem para Belém e Marajó foi ótima!
Pela fama das chuvas em Belém e região, havíamos pesquisado o histórico pluviométrico com suas médias mensais para não pegarmos muita chuva. Fomos na segunda quinzena de setembro e não pegamos nem um dia com chuva! Até estranhamos, nem uma chuvinha!
Belém está completando 400 anos este ano, é uma cidade grande, um milhão e meio de habitantes, e tem muita história, cultura, arquitetura, gastronomia e natureza. Vários atrativos.
Assistir ao pôr do sol da Estação das Docas é delicioso, o vasto rio Guajará à frente, uma caipirinha de cupuaçu na mão... Vale à pena experimentar os sorvetes de frutas regionais, e as caipirinhas também.
O Mangal das Garças em Belém, nos permite proximidade com a fauna e tem um restaurante self-service muito bom para experimentar várias comidas típicas mas é meio carinho. O restaurante Remanso do Peixe tem várias premiações na categoria, muito bom. O chamado Polo Joalheiro é um bom local para compras de artesanatos. Compramos também fitinhas de N. Sra. de Nazaré e camisa do Remo (clube de futebol).
O mercado Ver-o-Peso, chamado carinhosamente pelos locais de Veropa, é uma grande atração, com muitos produtos exóticos para nós. Mascar uma florzinha de jambu, por exemplo, e ter a boca dormente é uma experiência curiosa.
O hotel Radisson é muito bom, nos deram coquetéis de boas vindas e na estadia de volta do Marajó (eles falam assim: NO Marajó, DO Marajó) tivemos um upgrade de acomodação que foi dez.
O receptivo foi muito bom e eficiente. O povo do Pará é muito simpático com os turistas.

A travessia de Belém para Marajó foi tensa, 2 horas com o barco chacoalhando muito, disseram que foi em virtude de uma maré alta vinda do oceano; a volta foi tranquila.
Marajó surpreendeu pela diversidade de roteiros ligados à natureza e às comunidades locais, muito interessante e bonito, visuais bem diferentes! Igarapés, praias de rio, mangues, campos alagados. Fomos a um carimbó na comunidade, autêntico, não para turistas, experiência bacana! Os búfalos estão por toda parte, inclusive soltos nas ruas. Comemos filé de búfalo com queijo de búfala derretido. O prato marajoara dos locais é caldo de turu, molusco do mangue, comemos e é curioso. Come-se açaí com farinha de tapioca e peixe frito, é o feijão com arroz deles. Andar de búfalo também foi emocionante. Nos campos do Marajó as aves aquáticas são uma atração!
Disseram que na época da "água grande" (dezembro, janeiro, fevereiro, março) tem mais frutas e animais, porém chove muito.
Pousada Casarão da Amazônia bacaninha com uma cozinha espetacular. Guia simpaticíssimo.
Tem que comprar cerâmica marajoara em oficinas locais.
A cerveja do Pará, Cerpa, é boa mas preferimos a Tijuca, também da Cerpa; já a cachaça de jambu não agradou muito.

Os receptivos sempre tinham garrafinhas de água para oferecer o tempo todo e são necessárias.
No passeio pela floresta esquecemos o repelente (importante) mas o guia tinha. Faltou avisar antes que teria banho de cheiro e mergulho no igarapé para irmos com trajes de banho. O simpático guia até levou toalhas para enxugar, mas o banho de cheiro valeu!

Apenas como comentário, a recepção no aeroporto de Belém e no porto de Belém nos fez esperar um pouco, gerando leve insegurança por não ver nossos nomes em placas. Mas pouco tempo e não comprometeu o prazer do passeio.
Como sempre compramos com antecedência, seria um cuidado a escolha dos lugares no avião, barco, etc. Aconteceu de janela em cima da asa e assento em frente à coluna no barco. Detalhes que importam em certos passeios.

Viagem de belezas e novidades que nos deixaram muito felizes!
E ainda uma delicadeza da Denise em Marajó!
Valeu Cia Eco!
Obrigado e até a próxima!

Paulo Henrique e Ana Lúcia