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Pacotes de viagens para Butão com especialistas

Butão, este entre a China e a Índia, encravado na Cordilheira do Himalaia e praticamente escondido do mundo.

Sua população de 750.000 habitantes vive em completa harmonia com a natureza e possui uma identidade singular, derivada de um rico patrimônio religioso e cultural.

O analfabetismo não existe e toda a população tem acesso a saúde, não importa onde viva, nas altas montanhas de mais de 4.000m ou nas cidades, como a capital Thimphu. A beleza natural das florestas, montanhas e rios são emolduradas por monastérios e templos, onde religião e cultura se mostram uma só coisa. O budismo tibetano é a principal religião do Butão e ao longo dos passeios sempre veremos rodas e bandeirolas de oração encantando e espalhando as preces individuais e coletivas por todos os lados.

Saídas regulares

Butão - Privativo - 5 dias

Paro e Thimpu
Saídas diárias até dezembro de 2019
Valor a partir de
US$ 2.304,00 parte terrestre
Validade: dezembro de 2019

Butão - 7 dias

Thimpu, Punakha e Paro
Saídas diárias até março de 2020
Pagamento em 10x
Valor a partir de
US$ 1.901,00 parte terrestre
Validade: março de 2020

Butão - Estilo e Charme - 7 dias

Paro, Thimpu e Punakha
Saídas diárias até dezembro de 2019
Valor a partir de
US$ 3.723,00 parte terrestre
Validade: dezembro de 2019

Butão - 11 dias

Delhi, Paro, Thimphu, Punakha, Bumthang, Taktsang
Saídas diárias
 
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Trekking Jhomolhari - 12 dias

Kathmandu, Thimpu, Paro, Shana, Soi Thangthangkha, Jangothang, Dumzo, Thomgbushong, Gunitsawa
 
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Destinos conjugados

Nepal e Butão - 11 dias

Katmandu, Paro, Thimphu e Punakha
Saídas em datas específicas até dezembro de 2019
Valor a partir de
US$ 3.415,00 parte terrestre
Validade: dezembro de 2019

Índia, Nepal e Butão - Privativo - 20 dias

Kathmandu, Thimphu, Punaka, Paro, Delhi, Jaipur, Fatephur Sikri, Agra, Jhansi, Khajuraho, Varanasi
 
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Butão, Nepal e Tibet - 23 dias

Doha, Kathmandu, Paro, Thimpu, Punakha, Lhasa, Gyantse, Shaigatse, Xegar, Campo base do Everest
 
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*Os preços nessa página – a partir de – estão listados em reais, dólares americanos ou euros (conforme especificação).
A taxa sobre transações/remessas internacionais (IRRF) não está inclusa no valor dos pacotes.
A tabela completa com todos os valores, de acordo com o período da viagem, encontra-se disponível em cada roteiro. Clique no título para visualizar todas as informações.
Os preços estão sujeitos à alterações sem aviso prévio. Consulte tarifas especiais para os feriados e datas comemorativas.


Principais Atrações

.: Região Oeste :.

Thimphu: localizada no coração do Himalaia, a capital de Butão possui apenas 50.000 habitantes e é uma das mais rústicas do mundo por não ter aderido às novas tecnologias. A cidade é planejada, de modo que todas as novas construções devem obedecer a padrões de construção em estilo butanês. Por ordem do rei, sinais de trânsito são proibidos e apenas alguns poucos carros circulam no centro da cidade. A cidade é excelente para passear, fazer compras e comer em bons restaurantes. Entre os produtos ofertados, estão máscaras butanesas, incenso, facas feitas à mão e joalheria. Alguns locais interessantes para visitar são: o Memorial Chorten, construído em homenagem ao terceiro rei de Butão; a feira de artesanato, a escola de pintura thangka e a Biblioteca Nacional, com o melhor acervo de escritos budistas, literatura histórica e religiosa do Himalaia. Visite ainda nas proximidades de Thimphu:

Tashichho Dzong:
localizado nas margens do Rio Wangchu, é um monumento erigido para abrigar a Assembléia Nacional e a casa de veraneio da comunidade monástica da capital. O palácio, onde fica o trono do rei, está voltado para o rio, ao sul, e, ao norte, para a cidade de Thimphu. A entrada de estrangeiros só é permitida durante o festival anual.

Simtokha Dzong:
localizado a seis quilômetros dos limites da cidade de Thimphu, é o mais antigo monastério-fortaleza do reino, que hoje abriga uma escola de estudos budistas. De lá, são 20 Km até a Passagem Dochula, uma das vistas mais lindas do Himalaia.

Paro: é o nome de um distrito, vale, rio e da segunda maior cidade butanesa (20.000 habitantes). As viagens pelo país partem de lá geralmente, pois é onde se encontra o único aeroporto ativo do país. Rodeada de florestas, cachoeiras e ar fresco, essa pequena cidade é a área mais próxima do Tibet. O seu vale, próximo do aeroporto, tem uma grande importância histórica para os butaneses, hoje é uma das áreas mais povoadas do país, onde estão o monumental Rinpung Dzong, a Torre de Observação do vale e o Museu Nacional, entre vários outros legados da cultura butanesa, que necessitam de alguns dias de atenção para serem apropriadamente conhecidos. Visite ainda em Paro e proximidades:

Rinpung Dzong:
construído em 1646, é também conhecido como Paro Dzong. Dentro de seus muros, ficam os templos, centros de reza, refeitório, biblioteca e escritórios do governo distrital de Paro. A arquitetura é decorada com madeira policromada e esculpida. O torreão central é um excelente trabalho em madeira e inúmeros afrescos decoram as paredes em volta.

Museu Nacional: encontra-se no vale de Paro, logo depois da sua Torre de Observação, o Ta Dzong. Sua coleção, foi montada para preservar e explicar a cultura nacional. É composta de várias seções, como: thangkas (arte sacra), pratas, jóias, estatuária, lajes religiosas gravadas, objetos rituais e instrumentos musicais, armas, objetos e utensílios domésticos, animais extintos embalsamados e selos. Apesar de mal organizada, é uma das melhores formas de se conhecer um pouco da cultura material do país. Há também um magnífico santuário em seu interior.

Taktsang Lhakhang: um dos mosteiros mais sagrados do Himalaia, está cravado em uma imponente falésia de 800 metros, acima do vale de Paro. Diz a lenda que no século VIII o Guru Rimpoche voou do Tibet para Taktsang no dorso de uma tigresa. Lá, teria meditado durante 3 meses em uma caverna e convertido o vale de Paro para o budismo tântrico. O local onde o fato teria acontecido se chama Milarepa, e atrai muitos religiosos. É proibida a entrada de estrangeiros, mas a subida até seu topo é permitida.

.: Região Central :.

Punakha: capital butanesa até 1955, serve hoje como casa para o corpo de monges e para o líder espiritual da nação durante os meses de inverno. Possui um dos vales mais férteis do Butão, devido a seu clima. O Chime Lakhang, um templo em meio a campos de arroz, é ponto de peregrinação de casais que não teem e querem ter filhos.

Wangdi:
é a última cidade da estrada antes que ela entre pela região central do Butão. Pequena, abriga lojas e hotéis. É entreposto para se chegar até Trongsa Dzong. A estrada que leva até lá é uma das mais belas do Butão, cercada de florestas e vilarejos, antes da subida até a Passagem Pelela, no vale de Trongsa.

Trongsa:
foi palácio dos dois primeiros reis de Butão, que de lá governavam o país e é considerada a cidade mais charmosa entre as cidades butanesas. O príncipe do país primeiro assume o posto em Trongsa, para depois assumir o reinado em Thimphur. O interior dessa fortaleza é um labirinto de corredores, templos e escritórios governamentais.

Bumthang (Jakar): as cidades de Trongsa e Bumthang são separadas por uma passagem (a 3.500 metros de altura). Esta cidade, de profunda religiosidade, pelas lendas que a envolvem, é ponto de partida para se conhecer os vales que a rodeiam e guardam monastérios sagrados, como Jampa e Kurjey. O festival anual que acontece em Bumthang, junto com os realizados em Paro e Thimphu, são os maiores do Butão.

.: Região Sul :.

Phuentsholing:
porta de entrada para o Butão, localizada ao sul, na fronteira com a Índia, essa cidadezinha e popular destino turístico oferece atrações como o Portal de Butão, o Centro de Crocodilos, o Monastério de Karbandi e um Centro Hidrotermal. Para os que chegam do Nepal ou da Índia por terra,  é o principal ponto de acesso ao Butão.

Dicas

Vacina: é obrigatório apresentar o comprovante internacional de vacina contra febre amarela. Além disso, recomenda-se tomar também as vacinas contra Hepatite A (em duas doses, sendo que ao tomar a primeira, a pessoa já estará imune), disponível em clínicas particulares; e contra tétano e febre tifóide, disponíveis nos Hospitais Emílio Ribas, Hospital das Clínicas e Ambulatório de Medicina do Viajante da Vila Clementino. É importante informar que as vacinas devem ser tomadas com antecedência - no caso de febre amarela, até 10 dias antes da viagem - para não ser surpreendido com a falta de alguma delas na ocasião da procura nos hospitais.

- Hospital Emílio Ribas: Av. Dr. Arnaldo, 165. Atendimento de Seg. a Sex., das 12h30 às 15h. Agendar: 55 (11) 3896 1366.
- Hospital das Clínicas: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255. Atendimento de Seg. a Sex., das 07h30 às 15h.

Importante: Desde o dia 1º de junho de 2008, as vacinas contra febre amarela NÃO são mais aplicadas nos postos da Anvisa em Aeroportos e Portos do Estado de São Paulo. Nestes locais serão realizadas somente trancrições de certificados nacionais para internacionais. Para mais informações e esclarecimento de dúvidas,dirija-se ao posto de saúde mais próximo ou consulte o Ambulatório de Medicina do Viajante: 55 (11) 5084-5005, na Avenida Borges Lagoa, 770. É importante ligar para agendar uma visita.
Em São Paulo, o passageiro pode dirigir-se aos postos localizados nas Rodoviárias do Tietê (aberto diariamente, das 8h às 22h) e Barra Funda (aberto diariamente, das 8h às 20h).


Melhor Época

As melhores épocas para visitar o Butão são entre março e maio e de setembro a novembro. O clima é mais ameno entre esses dois últimos meses, quando o céu está limpo e o picos das montanhas estão visíveis. Esta é a época ideal para o trekking. Durante a alta temporada e também em tempos de festivais Tsechu, é mais difícil conseguir hospedagem e entrada no país. É um país que para ser visitado precisa de um planejamento prévio, em razão da limitação do número de leitos oferecidos e também pela restrição no número de turistas que entram no país.