EN PT
+55 11 5571-2525

Pacotes de viagens para Petar e Eldorado com especialistas

Para quem gosta de cavernas ou deseja conhecer esse fascinante mundo, o PETAR - Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - é o lugar certo. Dentro de seus 35.712 hectares encontram-se cerca de 250 cavernas cadastradas, além de remanescentes de Mata Atlântica, sítios arqueológicos, palenteológicos e históricos.

Dentro de suas cavernas calcárias, com vários níveis de dificuldade, é possível observar estalactites, estalagmites, flores, rios e cachoeiras. Elas estão divididas em quatro núcleos que facilitam e controlam a visitação: Santana, Ouro Grosso, Caboclos e Casa de Pedra.

O PETAR está localizado no Vale do Ribeira, pertencendo aos municípios de Iporanga e Apiaí.

*Os preços nessa página – a partir de – estão listados em reais, dólares americanos ou euros (conforme especificação).
A taxa sobre transações/remessas internacionais (IRRF) não está inclusa no valor dos pacotes.
A tabela completa com todos os valores, de acordo com o período da viagem, encontra-se disponível em cada roteiro. Clique no título para visualizar todas as informações.
Os preços estão sujeitos à alterações sem aviso prévio. Consulte tarifas especiais para os feriados e datas comemorativas.


Principais Atrações

Cachoeira das Andorinhas: continuando-se a trilha que sai do Quiosque dos Guias no Núcleo Santana por cerca de 2300m além da Caverna Água Suja, chega-se a esta linda cachoeira em meio à mata nativa.

Caverna Água Suja:
localizada no Núcleo Santana, a Caverna Água Suja realmente tem bastante particularidades, pode-se fazer toda a visita à caverna dentro da água. Esta também é uma das poucas cavernas que está totalmente viva, podendo-se até observar ao final do trecho visitável um grande desabamento não muito antigo. Alguns de seus salões têm mais de 20m de altura e, além disso, existem também Lagos Travertinos em plena atividade, uma visão deslumbrante. O ponto culminante e final da visita a cerca de 500m da entrada é uma cachoeira de 2m de queda, onde o banho é obrigatório para quem gosta de uma boa aventura.

Cavernas Alambari de Cima e de Baixo: como o próprio nome sugere a Alambari de Cima fica do lado mais alto do vale onde se localiza também a Alambari de Baixo. Esta caverna é fechada à visitação e portanto pouco visitada, para isto é necessário o acompanhamento de um Guia credenciado. É uma caverna rica em formações, podendo até se encontrar os raros ninhos de pérolas (de calcáreo é claro). Na Alambari de Baixo, pode-se fazer uma travessia, entrando de um lado e saindo de outro da montanha.

Caverna Casa de Pedra: depois de 2 horas de caminhada desde a entrada do Núcleo Casa de Pedra, chega-se a entrada da caverna sob uma parede de pedra. Deve-se fazer a travessia por dentro da montanha até chegar à outra entrada e aí se deparar com um dos maiores pórticos de entrada de caverna do mundo. São exatos 215m de altura, realmente impossível capturar em uma foto única todo o pórtico da entrada. Durante a travessia, pode-se observar curiosidades tais como um salão em que antigas formações se descolaram do teto e repousam sobre o piso da caverna com suas extremidades que antes eram apontadas para baixo, agora viradas para o teto.

Caverna do Couto:
localizada no núcleo Santana, é uma interessante opção de passeio espeleológico. Sítios arqueológicos, galeria de rios subterrâneo, cachoeiras e pórticos. A caverna do Couto fica próximo à caverna Morro Preto. Fácil acesso e sem restrições.

Caverna Laje Branca: localizada no Vale do Lajeado, acesso por trilha moderada em mata nativa e densa, com duração aproximada de 1 hora. Na Caverna encontraremos dunas, grandes salões internos, observaçào de fauna cavernícola. Seu pórtico (o segundo maior da região) é também uma ótima opção para um rapel. Mas, esta atividade é indicada somente para aqueles que possuem experiência anterior.

Caverna Morro Preto:
está localizada no Núcleo Santana. É uma ótima opção de passeio espeleológico. Esta caverva possui sítios arqueológicos, grandes salões e abismos. Sua entrada é de grande impacto visual. Próximo a entrada, existe uma grande sala onde foram encontrados vestígios de habitação pré-histórica. Uma espécie de mirante interno, permite avistar a entrada de dentro para fora, a vista é deslumbrante. O trecho além deste ponto é bastante perigoso, com vários penhascos e abismos. A partir deste ponto existe uma interligação com a Caverna do Couto, mas só os exploradores mais experientes ousam fazer a travessia, sempre com a ajuda de guias.

Caverna Ouro Grosso: localizada no Núcleo Ouro Grosso esta caverna é adrenalina pura. A entrada é muito pequena, é preciso se contorcer para entrar, tomando cuidado com os Opiliões (um parente próximo das Aranhas) que ficam logo na entrada. Segue também o curso de um rio subterrâneo, só que bastante acidentado, formando inúmeros estreitamentos, corredeiras e algumas piscinas com até 2m de profundidade, onde algumas passagens só podem ser vencidas com ajuda de cordas.

Caverna Santana: localizada no Núcleo Santana do Parque, a Caverna Santana é sem dúvida a mais rica em termos de formações e labirintos, o comprimento total de suas galerias chega a mais de 6Km. Uma parte da caverna é totalmente acessível ao público, contando com escadas de madeira e pontes construidas nos locais de mais difícil acesso. Já uma outra parte só pode ser visitada com a ajuda de guias altamente especializados. Por fim, existem ainda salões que são totalmente fechados para o público e só podem ser visitados por especialistas e com autorização prévia, afim de manter sua preservação.

Núcleo Caboclos: foi a primeira sede do Parque e localiza-se no coração do PETAR. Com relevo de planalto e altitude mais elevada, constitui-se ponto de partida para visitas em cavernas. No Núcleo, está situada a interessante Pedra do Chapéu e várias trilhas como a do Mirante e a Sete Reis que conduzem a cavernas tais como Chapéu, Aranhas, Água Sumida, Arataca, Pescaria, Desmoronada, Teminina, entre outras. Ainda neste núcleo estão as Cachoeiras Sete Reis e Maximiniano. O Núcleo Caboclos dispõe de área de acampamento, com sanitários e lavanderia.

Rio Betari:
as suas águas são muito cristalinas, podendo-se observar as pedras em seu leito acidentado mesmo a profundidades superiores a 1m. Ao longo do percurso o Betari recebe as águas provenientes do interior de diversas cavernas dentro do Núcleo Santana. O Betari ultrapassa os limites deste Núcleo, margeando ainda o Núcleo Ouro Grosso e cruzando também o Bairro da Serra. Nesta parte do rio é onde, normalmente, pratica-se o bóia cross ou duck. O período mais indicado para realizar a atividade vai de outubro a março, quando o nível do rio está mais alto.

Dicas

Cuidados: fique atento para não pisar em espeleotemas. Não retire ou quebre nada nas cavernas, tomando cuidado especial com as formações. Não fume no interior da caverna, a fumaça é prejudicial a este delicado ambiente. Mantenha a caverna limpa e traga de volta todo o seu lixo (orgânico ou inorgânico).

Equipamentos: leve roupas leves, confortáveis e que o mantenham sempre aquecido e seco. Procure utilizar uma calça de agasalho, de material leve e impermeável, por exemplo, suplex ou nylon. Recomenda-se dois pares de tênis, sendo bem confortáveis e com solado anti-derrapante para evitar quedas sobre pedras lisas presentes dentro e fora das cavernas. Não use roupas novas, pois é bem provável que você se desfaça delas depois da viagem.

Ítens importantes:
alimentação adequada e suficiente para o dobro do período que pretende ficar na caverna, acondicione tudo em recipientes à prova d'água. Leve sacos plásticos reserva para trazer o lixo de volta. Use sempre uma lanterna e leve outra de reserva, além de pilhas extras.

Passeios: nunca entre em cavernas desacompanhado, conte sempre com o auxílio de um guia especializado.


Melhor Época

O clima é quente e úmido devido a mata, mas no inverno as temperaturas baixam muito à noite. No interior das cavernas a temperatura é constante, mas o contato com a água e o excesso de umidade (próxima a 100%) requer um agasalho de reserva, bem sequinho na mochila.