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Pacotes de viagens para Tibet com especialistas

Conheça Lhasa, Gyangtse, Shigatse e o Monte Everest.

Saídas regulares

Tibet - 8 dias

Lhasa, Tsedang, Gyantse, Shigatse
Saídas às terças e sábados
 
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Tibet e Monte Everest - 10 dias

Lhasa, Gyantse, Shigatse, New Tingri
Saídas em datas específicas
 
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Extensão Tibet a partir do Nepal - 5 dias

Kathmandu e Lhasa
Saídas diárias
 
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Destinos conjugados

Butão, Nepal e Tibet - 23 dias

Doha, Kathmandu, Paro, Thimpu, Punakha, Lhasa, Gyantse, Shaigatse, Xegar, Campo base do Everest
 
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China e Tibet - Trem das Nuvens - 16 dias

Beijing, Xian, Xining, Lhasa, Shanghai
Saídas em datas especificas até outubro de 2019
Guia em espanhol
Valor a partir de
US$ 5.284,00 parte terrestre
Validade: outubro de 2019

China e Tibet - 18 dias

Beijing, Xian, Lhasa, Tsedang, Gyantse, Shigatse, Shanghai
Saídas as terças e sábados
 
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Cruzeiros e expedições fluviais

China e Tibet - Uniworld River Boutique Cruises - 14 dias

Pequim, Xian, Lhasa, Shibaozhai, Rio Yangtzém Yichang, Xangai
Saídas em datas específicas
 
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A taxa sobre transações/remessas internacionais (IRRF) não está inclusa no valor dos pacotes.
A tabela completa com todos os valores, de acordo com o período da viagem, encontra-se disponível em cada roteiro. Clique no título para visualizar todas as informações.
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Principais Atrações

Lhasa: a capital tibetana fica a 4.000 metros de altitude e foi a mais afetada pela ocupação chinesa, que desfigurou seu cenário original. Apesar disso, Lhasa ainda guarda riquezas impressionantes. Uma delas é o Palácio Potala, o símbolo máximo do reino budista e uma prova de resistência cultural. Construído em 1694 para servir de residência oficial do Dalai Lama, está localizado no ponto mais alto da cidade, no topo da colina Marpe Ri. Entre algumas das maravilhas guardadas pelo palácio, estão as tangkas, pinturas de divindades. Durante o verão, os Dalai Lamas eram conduzidos com uma grande festa para o palácio Norbulinka, dono de magníficos jardins. Os tibetanos vivem no bairro de Barkhor, onde tentam manter suas tradições. Lá está localizado o Templo Jokhang, o mais sagrado do Tibet. Lhasa, a terra dos deuses, ainda consegue manter verdadeiras relíquias como uma biblioteca com 90 mil livros, no Monastério de Sakya, construído em 1073. Visite em Lhasa e nas proximidades:

Palácio Norbulinka: em tibetano, “Norbu Linka” significa bonitos jardins. Este jardim cobre uma área de 36 hectares e é o lugar onde o Dalai Lama passa suas férias anuais. Ao redor do palácio, existem portas. A porta frontal está voltada para o leste. Entrando por essa porta, pode-se ver a principal construção: “Xiabudianlakang”. No centro do jardim, está a construção mais atrativa, um palco onde se encena para entreter o Dalai Lama.

Palácio Potala: construído 130 metros acima do vale de Lhasa, o Palácio Potala se eleva a 170 metros e é a maior estrutura monumental do Tibet. O seu interior chega a ter 130.000 metros quadrados. Acumulando inúmeras funções, foi o lar do Dalai Lama e de sua corte. Além disso, foi a cadeira do governo tibetano, onde todas as ceremônias de estado aconteciam. Abrigou uma escola para treinamento religioso de monges e administradores. Foi também um dos maiores destinos tibetanos de peregrinação em razão das tumbas dos Dalai Lamas estarem lá. Dentro do Palácio Branco, ficam duas pequenas capelas, a Phakpa Lhakhang e a Chogyal Drubphuk, datando do século dezessete – são as duas estruturas mais antigas da colina e também as mais sagradas.

Monastério de Drepung: situado no pé da Montanha Gambo Utse, 5 Km do subúrbio oeste de Lhasa, esse monastério é conhecido como o mais importante monastério de Gelugpa no budismo tibetano. É considerado um dos três grandes monastérios (os outros são o Ganden e o Sera). Cobre uma área de 250.000 m², onde 7.700 monges viviam e possuíam 141 fazendas e 540 pastos. Visto de longe, o branco da construção dá ao monastério a aparência de um monte de arroz e o seu nome Drepung, em tibetano, quer dizer “arroz colhido”.

Monastério Jokhang: o mais antigo templo budista do Tibet, considerado a Catedral do Budismo, que está situado no centro de Lhasa e foi construído em 647 d.C. Guarda a mais preciosa réplica em ouro do Buda Shykamuni, presente do Príncipe Wen Cheng. Já sofreu dois sérios desastres. Um por causa da campanha pela proibição do budismo promovida pelos nobres do século 7, crentes na religião Bon; o outro, por uma outra campanha de proibição, promovida por Langdama, no século 9 – tornou-se um lugar de carnificina. Por duas vezes teve a estátua do Buda enterrada.

Gyangtse: a terceira maior cidade do Tibet se eleva rumo aos céus e exibe seu forte no alto de uma colina, o Dzong Gyangtse.  Também localizada acima dos 4.000 metros,  a cidade tem produzido tapetes há mais de seiscentos anos e sua qualidade é comparada com a dos persas e turcos. Na região, podem ser visitados templos e locais de paisagens maravilhosas como a do lago Yamdroktso, a 4.441 metros de altitude, um espelho de águas azul turquesa. Visite em Gyangtse:

Stupa Kumbum: finalizado por volta de 1.427, a stupa tem 35 metros de altura e é octagonal na forma, com 9 construções circundantes no exterior, 75 capelas, 108 portões e pinturas de parede de tirar o fôlego. Kumbum é um dos lugares sagrados mais excepcionais do Tibet. A stupa forma uma mandala gigante e os murais – alguns datando do século 15 e intactos – cobrem o caminho espiritual, incluindo os tantras.

Shigatse: significa "terra fértil" e não é à toa: foi construída na confluência de dois importantes rios tibetanos. É a segunda maior cidade do país, mas detém o posto de capital cultural, econômica e política, depois da ocupação chinesa. Após 1950, a cidade sofreu uma rápida modernização com a contrução de estradas nacionais passando ao seu largo, como a que liga a China com o Nepal. Está na rota dos lagos sagrados do Tibet, 300 Km distante do Monte Everest. Visite em Shigatse:

Monastério Tashilhunpo: é um dos seis grandes monastérios de Gelugpa no Tibet. Também chamado Monte de Glória, o monastério é localizado no pé de Drolmari (Montanha Tara), em Shigatse. Fundado pelo primeiro Dalai Lama em 1447, a estrutura do monastério foi expandida pelo quarto dalai, o Panchen Lamas. O monastério cobre uma área de aproximadamente 300.000 m². As principais estruturas que podem ser visitadas são a Capela Maitreya, o Palácio de Panchen Lamas e o Templo Kelsang.

Monastério de Sakya: este é um monastério fica 10 Km a sudoeste de Shigatse. Sakya quer dizer "terra cinza" em tibetano, o monastério central da seita Sakyapa do budismo tibetano. Suas paredes foram pintadas em tiras de vermelho, branco e cinza, o que representa Manjushri, Avalokiteshvara e Vajrapani respectivamente. Possui uma colossal coleção de peças de arte de altissimo valor e é considerado o segundo Dunhuang. O rio Drum divide o monastério em partes sul e norte.

Monte Everest: o Everest é a montanha mais alta do mundo. Está localizado na cordilheira do Himalaia, entre o Nepal e o Tibet (China). Em nepalês, o pico é chamado de Sagarmatha (rosto do céu) e em tibetano Chomolangma (mãe do universo). O Everest foi batizado com esse nome inglês por Sir Andrew Waugh, o governador-geral da Índia colonial britânica, em homenagem ao topógrafo geral da Índia na época, Sir George Everest. A última medição oficial é de uma equipe chinesa, que, entre março e junho de 2005, verificou, através de um novo método (ondas de rádio) que o pico tem uma margem de erro de 21 centímetros e que a altitude oficial é de 8844,43 metros.

Estrada da Amizade (Friendship Highway): uma das melhores aventuras é viajar pela Estrada da Amizade, que liga Lhasa a Katmandu, ladeada por enormes geleiras que muitas vezes bloqueiam a pista e não permite que se desenvolva altas velocidades, vantagem para uma observação da fantástica paisagem. Em Kampa-la (4974 m), nessa mesma estrada, fica a melhor visão do Lago Yamdrock, azul turquesa. Do passo de La Lung-La, a magnífica visão é a do Himalaia. A estrada passa por algumas cidades como Shigatse e Gyantse, e pelo Monastério de Sakya.

Dicas

Chá Tibetano: o chá tibetano é feito com manteiga de iaque, sal e chá preto.
 
Comida Típica: a comida típica do Tibet é o tsampa, feito de cevada moída misturada com manteiga de iaque.

Jornalismo: se você for jornalista, minta sobre sua profissão. Os chineses não costumam ser muito cordiais com esses profissionais.

O Iaque: o iaque é um boi selvagem de pêlo escuro, típico da região. Dele se faz uma manteiga usada na comida e nos chás.

Rodas de Oração: na parte externa de alguns templos, encontram-se as rodas de oração. Elas contêm mantras e são movidas pelos fiéis para manter o universo em harmonia.

Território Chinês: desde 1950, o Tibet faz parte do território da China. Durante muitos anos o governo chinês foi rigorosíssimo quanto a entrada de estrangeiros no Tibet.

Vacina: é obrigatório apresentar o comprovante internacional de vacina contra febre amarela. Além disso, recomenda-se tomar também as vacinas contra Hepatite A (em duas doses, sendo que ao tomar a primeira, a pessoa já estará imune), disponível em clínicas particulares; e contra tétano e febre tifóide, disponíveis nos Hospitais Emílio Ribas, Hospital das Clínicas e Ambulatório de Medicina do Viajante da Vila Clementino. É importante informar que as vacinas devem ser tomadas com antecedência - no caso de febre amarela, até 10 dias antes da viagem - para não ser surpreendido com a falta de alguma delas na ocasião da procura nos hospitais.

- Hospital Emílio Ribas: Av. Dr. Arnaldo, 165. Atendimento de Seg. a Sex., das 12h30 às 15h. Agendar: 55 (11) 3896 1366.
- Hospital das Clínicas: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255. Atendimento de Seg. a Sex., das 07h30 às 15h.

Importante: Desde o dia 1º de junho de 2008, as vacinas contra febre amarela NÃO são mais aplicadas nos postos da Anvisa em Aeroportos e Portos do Estado de São Paulo. Nestes locais serão realizadas somente trancrições de certificados nacionais para internacionais. Para mais informações e esclarecimento de dúvidas,dirija-se ao posto de saúde mais próximo ou consulte o Ambulatório de Medicina do Viajante: 55 (11) 5084-5005, na Avenida Borges Lagoa, 770. É importante ligar para agendar uma visita.
Em São Paulo, o passageiro pode dirigir-se aos postos localizados nas Rodoviárias do Tietê (aberto diariamente, das 8h às 22h) e Barra Funda (aberto diariamente, das 8h às 20h).

Visto: é mais fácil conseguir a liberação do visto do governo chinês se a viagem for em grupo mínimo de 5 pessoas. O visto pode ser obtido na embaixada em Brasília - (61) 244.2005 - ou no consulado, em São Paulo - (11) 282.9877. Os documentos necessários são uma foto 3x4, formulário preenchido, passaporte e carta de apresentação da agência que vendeu as passagens.


Melhor Época

No Tibet, o principal fator climático do país é a altitude, que causa um frio intenso no país todo. As noites de inverno variam de -15 a -20°C, e, durante o dia, essa temperatura pode chegar a 0°C. No inverno, a visita é particularmente interessante, pois os moradores locais são vistos descendo das montanhas nevadas em peregrinação. Toda a área que compreende Lhasa, Tsetang e Shigatse fica transitável durante o inverno, mesmo com a grande quantidade de neve que cai. As chuvas são escassas durante o ano, porém, no período de julho a agosto, a umidade do ar aumenta.

No geral, a melhor época para viajar ao Tibet é de abril a outubro, sendo que a alta temporada é de maio a setembro. Julho e agosto são meses chuvosos e, nesse caso, os viajantes devem evitar a Sichuan-Tibet Highway e suas travessas entre Lhasa e Nvingchi e entre Lhasa e Ngari. Em alguns lugares podem ocorrer deslizamentos, impedindo a passagem de veículos. Já Lhasa, pode ser visitada o ano inteiro sem maiores problemas.

A radiação solar é muito forte no Tibet. A intensidade dos raios solares em Lhasa é tão grande que a cidade ganhou o apelido de Cidade Iluminada. A atmosfera em grandes altitudes não pode bloquear nem reter o calor e por isso ao longo do dia ou da noite a amplitude térmica é grande.