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Viajante Cia Eco

Juliano Barbosa

Voltei da Patagônia Chilena surpreendido com as belezas naturais e infraestrutura da região.
Punta Arenas, a porta de entrada para o viajante que deseja conhecer a região, é uma pequena cidade portuária com charmosas construções históricas.

Os voos, a partir de Santiago (aproximadamente 4 horas), pousam no aeroporto da cidade, o mais próximo para os passeios na região. Há uma Zona Franca com diversas lojas e um shopping para compras. Destacam-se os produtos eletrônicos, perfumes e bebidas – vale a pena uma visita!

A duas horas de carro (em ótima estrada) chega-se a Puerto Natales, boa opção de hospedagem para quem não deseja ficar dentro do Parque Nacional e investir menores valores na viagem. Aqui há diversas opções de hotéis, desde os mais simples e aconchegantes aos mais sofisticados. A maioria deles oferece um menu de passeios incluso nas diárias, repleto de atividades diversificadas que podem ser feitas na cidade, região ou mesmo dentro do Parque Nacional. Cavalgadas com piquenique e navegações aos fiordes e glaciares são algumas das opções.

Se a ideia é contato com a natureza, caminhadas e paisagens incríveis aliadas ao conforto e ótima culinária, a dica são os hotéis dentro ou próximos ao Parque Nacional Torres Del Paine. As janelas dos quartos mostram cenas incríveis de um lugar quase intocado. A sensação é de estar realmente no “fin del mundo”.

Ao cair da noite, não deixe de olhar para as grandes montanhas nevadas, o pôr-do-sol faz com que as pedras ganhem colorações diferentes. Um verdadeiro espetáculo da natureza!

Para os mais aventureiros há ainda ótimas opções de trekkings, como a base das famosas torres ou o conhecido Circuito W, com pernoite em acampamentos.

Outro passeio imperdível é a navegação ao Glaciar Grey. Chega-se perto de grandes icebergs com formas curiosas desprendidos do glaciar. Para esquentar, um brinde de Pisco Sour com gelos glaciares de centenas de anos!

A melhor época para conhecer a região vai de outubro até meados de abril, quando venta menos, o clima está mais agradável (mas não menos frio!) e os dias são mais longos (o sol se põe por volta das 22h), além do Parque estar mais vazio e o melhor: os preços são mais baixos.

Um prato cheio para aproveitar cada segundo deste lugar fantástico!

Juliano Barbosa